 {"id":10425,"date":"2025-03-08T04:00:00","date_gmt":"2025-03-08T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/programacamarote.com.br\/?p=10425"},"modified":"2025-03-06T11:16:15","modified_gmt":"2025-03-06T14:16:15","slug":"bb-asset-apresenta-e-patrocina-a-mostra-ancestral-afro-americas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/programacamarote.com.br\/?p=10425","title":{"rendered":"BB ASSET APRESENTA E PATROCINA A MOSTRA ANCESTRAL AFRO-AM\u00c9RICAS"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Cr\u00e9dito imagem: Lara Dantas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>CCBB BH<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Abertura: 08 de mar\u00e7o de 2025, \u00e0s 10h<s><br><\/s>Exposi\u00e7\u00e3o: at\u00e9 12 de maio de 2025<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Curadoria: Ana Beatriz Almeida e Renato Ara\u00fajo da Silva&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o Art\u00edstica: Marcello Dantas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong><strong>Magnetosc\u00f3pio&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Entrada franca<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Patroc\u00ednio: BB Asset e<\/strong><strong>Google<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ap\u00f3s concorrida e elogiada temporada em S\u00e3o Paulo, a exposi\u00e7\u00e3o \u201cAncestral: Afro-Am\u00e9ricas\u201d desembarca em Belo Horizonte, a partir de 08 de mar\u00e7o, no Centro Cultural Banco do Brasil. Reunindo mais de 130 obras de artistas afrodescendentes do Brasil e dos Estados Unidos, a mostra, que traz a assinatura de Marcello Dantas na dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica, conta com a curadoria de Ana Beatriz Almeida e Renato Ara\u00fajo da Silva. Para a temporada no CCBB BH, a exposi\u00e7\u00e3o traz como novidade a se\u00e7\u00e3o &#8220;Arte Africana Tradicional&#8221;, um n\u00facleo que amplia ainda mais o conceito da mostra.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cA palavra \u2018ancestral\u2019 \u00e9 comum tanto em ingl\u00eas quanto em portugu\u00eas. \u00c9 essa origem compartilhada que buscamos evidenciar na arte contempor\u00e2nea, algo que ultrapasse as barreiras geogr\u00e1ficas, lingu\u00edsticas e culturais. A exposi\u00e7\u00e3o \u2018Ancestral\u2019 demonstra que, mesmo diante de tanta dor, sofrimento e com todo distanciamento de s\u00e9culos de di\u00e1spora africana, sua arte persiste na capacidade de manter uma chama acesa ao longo do tempo\u201d,<\/em><strong>destaca o diretor art\u00edstico&nbsp;da mostra, Marcello Dantas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cN\u00f3s nos deixamos guiar pelos grupos e comunidades da di\u00e1spora africana que reimaginaram o conceito de servid\u00e3o nessas na\u00e7\u00f5es coloniais para as quais foram trazidas, contribuindo de maneira significativa para a constru\u00e7\u00e3o da identidade nacional desses lugares. A partir da ideia de seres humanos que reinventam sua exist\u00eancia em um ambiente hostil, selecionamos artistas que evocam essa inven\u00e7\u00e3o, essa transforma\u00e7\u00e3o, e esse processo de &#8216;tornar-se&#8217; como uma poderosa ferramenta, po\u00e9tica e est\u00e9tica<\/em>\u201d,&nbsp;<strong>completa a curadora Ana Beatriz Almeida.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A mostra, em sua origem, surgiu com a curadoria conjunta de Ana Beatriz Almeida e de Lauren Haynes. Para Haynes, a oportunidade de trabalhar com Ana Beatriz \u201cpara apresentar o trabalho de artistas afro-americanos ao lado do trabalho de artistas afro-brasileiros foi uma \u00f3tima chance de explorar conex\u00f5es e pr\u00e1ticas distintas de artistas negros atuando em dois lugares muito diferentes. Espero que os visitantes saiam da exposi\u00e7\u00e3o tendo aprendido sobre novos artistas e novas formas de fazer arte\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane artistas de grande relev\u00e2ncia no cen\u00e1rio internacional. Dentre eles, os trabalhos in\u00e9ditos das brasileiras&nbsp;<strong>Gabriella Marinho<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>G\u00ea Viana&nbsp;<\/strong>e da norte-americana<strong>&nbsp;Simone Leigh<\/strong>, que traz uma obra nova de sua cole\u00e7\u00e3o pessoal. Natural de Chicago, a artista, reconhecida internacionalmente, \u00e9 a primeira mulher afro-americana a representar os Estados Unidos na Bienal de Veneza. O tamb\u00e9m norte-americano<strong>&nbsp;Nari Ward<\/strong>&nbsp;traz para a mostra um trabalho criado em solo brasileiro exclusivamente para a ocasi\u00e3o. O artista incorpora em suas obras objetos do cotidiano, enriquecendo assim o interc\u00e2mbio art\u00edstico entre as na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m fazem parte da mostra \u201cAncestral\u201d nomes como&nbsp;<strong>Abdias Nascimento<\/strong>, \u00edcone do ativismo cultural no Brasil, amplamente reconhecido por suas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira e por ter sido agraciado com o Pr\u00eamio Zumbi dos Palmares. Entre os artistas norte-americanos,&nbsp;<strong>Kara Walker<\/strong>&nbsp;se destaca com sua arte provocativa, que examina quest\u00f5es hist\u00f3ricas e sociais e lhe rendeu o prestigiado Pr\u00eamio MacArthur.&nbsp;<strong>Julie Mehretu<\/strong>&nbsp;\u00e9 outra presen\u00e7a significativa, reconhecida por suas complexas pinturas que estabelecem um di\u00e1logo com a geopol\u00edtica atual, acumulando uma s\u00e9rie de pr\u00eamios ao longo de sua carreira. Complementando esse panorama, a brasileira&nbsp;<strong>Rosana Paulino<\/strong>, premiada com o Pr\u00eamio PIPA, traz um olhar cr\u00edtico sobre ra\u00e7a e identidade, ressaltando a diversidade e a profundidade das vozes representadas na mostra.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda se somam a eles nomes como o da jovem artista&nbsp;<strong>Mayara Ferr\u00e3o<\/strong>, que utiliza a intelig\u00eancia artificial para repensar cenas de afeto entre pessoas negras e ind\u00edgenas n\u00e3o contadas pela \u201chist\u00f3ria tradicional\u201d; e o sergipano&nbsp;<strong>Bispo do Ros\u00e1rio<\/strong>, com seus mantos bordados e objetos que transcenderam o tempo e subverteram o conceito de beleza e loucura. Refor\u00e7ando o di\u00e1logo poderoso sobre identidade, cultura e hist\u00f3ria, e refletindo a complexidade da experi\u00eancia humana, vemos a inclus\u00e3o das obras de&nbsp;<strong>Kerry James Marshall<\/strong>,&nbsp;<strong>Carrie Mae Weems<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Betye Saar.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>OS TR\u00caS EIXOS\/PILARES SOBRE OS QUAIS FOI CONSTRU\u00cdDA A EXPOSI\u00c7\u00c3O \u201cANCESTRAL: AFRO-AM\u00c9RICAS<\/strong><strong>\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com expografia org\u00e2nica, a mostra, que ficar\u00e1 em cartaz&nbsp;<strong>de 08 de mar\u00e7o a 12 de maio<\/strong>, oferece reflex\u00f5es sobre a afirma\u00e7\u00e3o do corpo, a dimens\u00e3o on\u00edrica dos sonhos e a reivindica\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o. Atrav\u00e9s desses tr\u00eas eixos \u2013&nbsp;<strong>corpo, sonho e espa\u00e7o<\/strong>&nbsp;\u2013 &#8220;Ancestral: Afro-Am\u00e9ricas&#8221; promove um encontro que valoriza o conceito de identidade afro-americana no Brasil e nos EUA e tamb\u00e9m a arte decolonial. A exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas homenageia os artistas que desafiaram as brutalidades e o apagamento do colonialismo, mas tamb\u00e9m busca fomentar um di\u00e1logo aberto sobre o impacto e a relev\u00e2ncia das ra\u00edzes africanas ancestrais na sua forma\u00e7\u00e3o e em seus contextos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Corpo:<\/strong>As obras deste n\u00facleo exploram os limites da representa\u00e7\u00e3o. O ato de retratar uma pessoa negra em uma obra de arte \u2013 seja representando um outro ou a si mesmo \u2013 frequentemente constitui um poderoso ato de resist\u00eancia. Este enfoque n\u00e3o s\u00f3 desafia as narrativas dominantes, como tamb\u00e9m desempenha um papel fundamental na reformula\u00e7\u00e3o do c\u00e2none da arte. Esta se\u00e7\u00e3o conta com nomes como&nbsp;<strong>Benny Andrews<\/strong>, cujas narrativas vibrantes destacam hist\u00f3rias pessoais e coletivas;&nbsp;<strong>Carlos Martiel<\/strong>, que aborda temas como imigra\u00e7\u00e3o e identidade; e&nbsp;<strong>Dalton Paula<\/strong>, que trabalha com a mem\u00f3ria cultural e as complexidades da representa\u00e7\u00e3o. Reunidas, as obras deste n\u00facleo trazem \u00e0 tona um di\u00e1logo cont\u00ednuo na arte contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Espa\u00e7o:<\/strong>As obras deste n\u00facleo examinam propostas de constru\u00e7\u00e3o de mundo e cria\u00e7\u00e3o de lugares, evidenciadas pelas m\u00faltiplas habilidades dos artistas apresentados nesta exposi\u00e7\u00e3o. Ao tratar de temas como imigra\u00e7\u00e3o, hist\u00f3ria e comunidade, esses artistas desafiam percep\u00e7\u00f5es convencionais de espa\u00e7o e pertencimento. Esta se\u00e7\u00e3o cujos trabalhos vibrantes entrela\u00e7am elementos naturais e urbanos, conta com artistas como&nbsp;<strong>Leonardo Drew<\/strong>, conhecido por suas instala\u00e7\u00f5es escult\u00f3ricas que parecem explodir das paredes;&nbsp;<strong>Sonia Gomes<\/strong>, que usa materiais reaproveitados para explorar as rela\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria e lugar; e&nbsp;<strong>Caroline Kent<\/strong>, cujas composi\u00e7\u00f5es abstratas refletem sobre a fluidez da identidade. Juntas, as obras n\u00e3o apenas expandem nossa compreens\u00e3o de \u201cespa\u00e7o\u201d, como tamb\u00e9m convidam \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o sobre as conex\u00f5es profundas entre os mundos que habitamos e as hist\u00f3rias que eles cont\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonho:<\/strong>As obras deste n\u00facleo expandem os limites da abstra\u00e7\u00e3o, promovendo a contempla\u00e7\u00e3o e provocando reflex\u00e3o. Por meio do uso inovador de cor, forma e textura, os artistas exploram temas complexos que desafiam as no\u00e7\u00f5es tradicionais de representa\u00e7\u00e3o. Neste segmento est\u00e3o presentes obras de&nbsp;<strong>Betye Saar<\/strong>, que combina elementos de colagem e&nbsp;<em>assemblage<\/em>&nbsp;para abordar identidade e heran\u00e7a;&nbsp;<strong>Simone Leigh<\/strong>, cujo trabalho \u00e9 uma cont\u00ednua investiga\u00e7\u00e3o da subjetividade negra identificada como feminina;&nbsp;<strong>Murry Depillars<\/strong>, conhecido por suas composi\u00e7\u00f5es vibrantes que evocam tanto movimento quanto emo\u00e7\u00e3o;&nbsp;<strong>Kevin Beasley<\/strong>, que habilmente integra materiais capazes de refletir narrativas pessoais e culturais; e&nbsp;<strong>Sam Gilliam<\/strong>, cujas telas drapeadas redefinem os limites da pintura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A EXPOSI\u00c7\u00c3O EM BH EM SUA NOVA VERS\u00c3O:&nbsp;A SE\u00c7\u00c3O DE ARTE AFRICANA TRADICIONAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a temporada no CCBB BH, \u201cAncestral: Afro-Am\u00e9ricas\u201d receber\u00e1 mais um n\u00facleo, a se\u00e7\u00e3o Arte Africana Tradicional, sob a curadoria de Renato Ara\u00fajo da Silva, que ampliar\u00e1 ainda mais o conceito da mostra como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o celebra as conex\u00f5es entre a heran\u00e7a africana e a arte contempor\u00e2nea no Brasil e nas Am\u00e9ricas, destacando a ancestralidade como uma grande fonte de criatividade art\u00edstica. A se\u00e7\u00e3o de arte africana homenageia o continente de origem da humanidade, evidenciando a for\u00e7a das tradi\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00f5es culturais transmitidas ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA se\u00e7\u00e3o de arte africana tradicional na exposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>Ancestral<\/em>&nbsp;n\u00e3o \u00e9 apenas uma homenagem ao passado, mas tamb\u00e9m um convite \u00e0 reflex\u00e3o sobre a resili\u00eancia e a criatividade que marcam as heran\u00e7as da \u00c1frica. Esses objetos, que outrora serviram a fun\u00e7\u00f5es espirituais, sociais ou utilit\u00e1rias, transcendem o tempo ao conectar o p\u00fablico contempor\u00e2neo \u00e0s ra\u00edzes profundas da humanidade. A intera\u00e7\u00e3o entre formas e significados que atravessaram o Atl\u00e2ntico revela uma continuidade cultural que persiste mesmo frente \u00e0s adversidades\u201d,&nbsp;<strong>pontua o curador Renato Ara\u00fajo da Silva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>EVENTOS NA ABERTURA DA MOSTRA \u201cANCESTRAL: AFRO-AM\u00c9RICAS\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dois importantes eventos programados para o dia da abertura, 08 de mar\u00e7o, complementam e ampliam o conceito e a proposta da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong># \u00c0s 11h e 17h30 \u2013 P\u00e1tio do CCBB BH<\/strong>: Virg\u00ednia Rodrigues e S\u00e9rgio Perer\u00ea unem as suas potentes e inclassific\u00e1veis vozes para uma apresenta\u00e7\u00e3o\/performance.&nbsp;<strong>Rito de abertura.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong># \u00c0s 18h30 \u2013 Teatro II do CCBB BH:<\/strong>&nbsp;Os curadores Ana Beatriz Almeida e Renato Ara\u00fajo da Silva, e o diretor art\u00edstico Marcello Dantas recebem o p\u00fablico para uma palestra\/conversa sobre a exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CIRCUITO LIBERDADE&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O CCBB BH \u00e9 integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gest\u00e3o da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que re\u00fane diversos espa\u00e7os com as mais variadas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, tur\u00edstico, social e econ\u00f4mico, com foco na economia criativa como mecanismo de gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, al\u00e9m da democratiza\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o do acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades propostas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O &#8211; MOSTRA \u201cAncestral: Afro-Am\u00e9ricas\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dire\u00e7\u00e3o Art\u00edstica: Marcello Dantas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Curadoria: Ana Beatriz Almeida e Renato Ara\u00fajo da Silva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Patroc\u00ednio: BB Asset e&nbsp;<\/strong><strong>Google<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apoio: Centro Cultural Banco do Brasil, Embaixada dos Estados Unidos e&nbsp;<\/strong><strong>Bank of America<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LOCAL:&nbsp;<\/strong><strong>Centro Cultural Banco do Brasil (Pra\u00e7a da Liberdade, 450 \u2013 Tel: 31 3431-9400)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PER\u00cdODO: De 08 de mar\u00e7o a 12 de maio de 2025<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>HOR\u00c1RIO DE VISITA\u00c7\u00c3O: De quarta a segunda, das 10h \u00e0s 22h<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RETIRADA DE INGRESSOS:<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong>pelo site&nbsp;<a href=\"http:\/\/ccbb.com.br\/bh\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ccbb.com.br\/bh<\/a>&nbsp;e na bilheteria f\u00edsica do CCBB BH<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ENTRADA GRATUITA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O INDICATIVA:<\/strong><strong>Livre<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00e9dito imagem: Lara Dantas. 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