Juliana Benevides construiu sua carreira na Psicologia a partir de um trabalho focado na Perinatalidade e Parentalidade, com atenção à saúde emocional e às diferentes experiências que envolvem esse período. Psicóloga clínica e especialista em Psicologia Perinatal e Parentalidade, possui formação em Psicologia Obstétrica, Orientação Parental, Terapia Familiar e de Casal, Psicologia da Primeira Infância e Psicologia da Dor.
Sua formação acompanha uma prática profissional voltada à compreensão das questões psicológicas relacionadas à Perinatalidade e Parentalidade. No consultório, Juliana trabalha com aspectos emocionais presentes na gestação, no período pós-parto, na parentalidade, nos relacionamentos, nos vínculos e nos processos de luto, considerando as particularidades e o contexto de cada pessoa.
A atualização profissional ocupa lugar permanente em sua trajetória. Juliana mantém estudos voltados à Psicologia Feminista e aos Direitos Humanos das Mulheres e segue investindo em conhecimento para acompanhar as transformações da Psicologia e as novas demandas presentes na sociedade. Esse processo de formação contínua integra sua rotina profissional e contribui para uma prática fundamentada e atenta às diferentes realidades de seus pacientes.
Sua atuação também está presente em organizações e movimentos sociais. Juliana é associada à ONG Maio Furta Cor e representante do Coletivo Nascer Direito, do Instituto Retomar, do Instituto Stelas e do movimento Do Luto à Luta. Nessas iniciativas, participa de discussões relacionadas às violências contra a mulher em suas diferentes formas, além de pautas ligadas à saúde materna, à parentalidade, à humanização da assistência e à garantia de direitos.
No Instituto Retomar, Juliana atua na gestão da equipe de psicólogos voluntários, contribuindo para a organização das atividades desenvolvidas pela instituição. Também trabalha como psicóloga no Instituto Stelas, participando de ações voltadas ao atendimento e à assistência psicológica.
Em Brasília, sua experiência profissional inclui a participação em atividades junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), onde integra o quadro consultivo técnico e atua como psicóloga da Comissão da Pessoa com Autismo. A função coloca sua experiência em contato com discussões relacionadas à inclusão e à garantia de direitos.
Entre as pautas que marcam sua atuação está a assistência às mulheres e famílias que enfrentam a perda gestacional e neonatal. Juliana participa há mais de uma década de iniciativas voltadas à visibilidade desse luto e à discussão de medidas que assegurem respeito, informação e assistência adequada.
Nesse percurso, conheceu Tatiane Maffini, fundadora da ONG Amada Helena, e passou a representar o Grupo Do Luto à Luta em Brasília. A participação nesse movimento aproximou Juliana das discussões sobre políticas públicas e dos direitos das famílias diante da perda gestacional e neonatal.
Juliana também participou das discussões e da mobilização relacionadas à legislação voltada à humanização do luto materno e parental, contribuindo para o debate sobre o reconhecimento das necessidades de mulheres e famílias que vivenciam esse tipo de perda.
A produção de conhecimento integra outra frente de seu trabalho. Juliana é coautora do livro “Histórias de Amor na Perda Gestacional e Neonatal” e das antologias “Violência Obstétrica” e “Depressão Pós-Parto: Psicologia e Puerpério”. As publicações registram sua participação em debates relacionados à saúde mental, à maternidade, ao puerpério e aos direitos das mulheres.

Sua experiência reúne prática clínica, gestão de equipes, trabalho voluntário, produção de conhecimento e participação em movimentos sociais. Em diferentes espaços, Juliana mantém uma atuação voltada à compreensão das experiências relacionadas à Perinatalidade e Parentalidade, à saúde emocional, ao luto e às questões que envolvem a violência contra a mulher.
Ao seguir investindo em estudos e atualização profissional, Juliana Benevides mantém sua carreira em constante desenvolvimento. Entre o consultório, as instituições e os espaços de discussão social, constrói um percurso marcado pela busca de conhecimento, pela atuação na Psicologia e pela defesa dos direitos humanos da mulher.
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