conecte-se conosco

Olá, o que você está procurando?

Retrato de homem em ambiente corporativo escuro, usando jaqueta de couro preta e camisa preta, com fundo desfocado e postura séria.
Imagem de posicionamento de O Reprogramador, que conecta treinamento comportamental, saúde mental e performance no ambiente corporativo

Saúde

NR-1 e saúde mental: multas, processos trabalhistas e presenteísmo colocam empresas diante de uma nova rota de solução

A entrada em vigor do novo texto da NR-1, em 26 de maio de 2026, colocou a saúde mental de vez no centro da gestão empresarial. A mudança obriga empresas a identificar, avaliar e controlar riscos psicossociais relacionados ao trabalho, e o descumprimento pode resultar em autuações, multas administrativas e repercussões em eventual responsabilização judicial, segundo o Tribunal Superior do Trabalho.

Para muitas empresas, a primeira dor é jurídica e financeira. Isso porque situações como assédio moral, pressão excessiva, sobrecarga, jornadas desorganizadas e ambientes de trabalho emocionalmente adoecedores deixaram de ser apenas um problema de clima e passaram a entrar com ainda mais peso na lógica de prevenção, fiscalização e responsabilidade do empregador.

Mas existe uma segunda dor, muitas vezes mais silenciosa do que a multa: o presenteísmo. O colaborador está no posto, participa da rotina e aparentemente não faltou, mas já opera com queda de foco, baixa energia, mais erros, menos clareza e menor capacidade de entrega. Estudos e análises sobre o tema mostram que o presenteísmo afeta produtividade e desempenho, além de estar ligado ao desgaste da saúde mental no trabalho.

É justamente aí que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber. O custo não aparece apenas em processo trabalhista ou afastamento formal; ele também surge no resultado travado, na equipe lenta, na liderança despreparada, no retrabalho, no conflito recorrente e na cultura que vai se desgastando por dentro. Em outras palavras, a empresa continua funcionando, mas já não performa como poderia.

A nova fase da NR-1 exige uma mudança de mentalidade. Não basta tratar saúde mental como benefício, campanha pontual ou acolhimento depois da crise. A lógica agora é preventiva: reconhecer fatores de risco, enxergar seus efeitos no comportamento e implementar ações capazes de reorganizar o ambiente antes que o dano se consolide.

É nesse ponto que a fala de Gustavo Hohendorff, conhecido como O Reprogramador, ganha força dentro da discussão. “O caos já está implantado. O ponto não é fingir que ele não existe, mas aprender a ser paz dentro dele — e é exatamente isso que O Reprogramador ensina.” Essa leitura conecta diretamente o cenário atual das empresas à necessidade de desenvolver postura, clareza emocional e comportamento saudável dentro da pressão cotidiana.

Nesse cenário, surge uma pergunta inevitável: qual é a rota de solução para empresas que querem proteger pessoas, resultado e reputação ao mesmo tempo? O caminho passa por alguns pilares claros: mapear riscos psicossociais, revisar cultura e práticas de liderança, treinar gestores para ambientes de alta pressão e desenvolver comportamento sustentável dentro das equipes.

É aí que o treinamento comportamental deixa de ser discurso e passa a ter valor prático. Mais do que informar o que a norma exige, ele ajuda a empresa a enfrentar a raiz do problema — a forma como se pensa, se reage, se cobra, se comunica e se lidera dentro da rotina corporativa. Quando isso não é corrigido, o ambiente adoece, o presenteísmo cresce e o risco jurídico deixa de ser hipótese para virar consequência.

Dentro dessa conversa, o nome de Gustavo Hohendorff passa a fazer sentido como parte da solução. Seu trabalho se conecta justamente a comportamento, liderança, pressão, clareza mental e performance em ambientes que precisam reorganizar postura e cultura.

Uma das respostas apresentadas dentro dessa linha é a Reprogramação Comportamental Positiva, metodologia que propõe revisar padrões de pensamento, sentimento e ação para construir equipes menos reativas, lideranças mais conscientes e ambientes mais consistentes emocionalmente. Em vez de atuar apenas no sintoma, a proposta trabalha a estrutura do comportamento que influencia clima, produtividade e capacidade de sustentar resultado sob pressão.

No fim das contas, a nova NR-1 amplia o debate sobre saúde mental, mas também força o mercado a encarar uma verdade incômoda: empresas que ignoram comportamento, cultura e desgaste emocional pagam por isso de algum jeito — seja em multa, processo, presenteísmo ou perda de performance. Para quem entendeu o momento, a solução não é apenas cumprir uma exigência, mas construir um ambiente forte o suficiente para prevenir adoecimento e sustentar resultado ao mesmo tempo.

Leia também:

Destaque

Ontem, um novo marco foi estabelecido na indústria audiovisual com a inauguração da nova casa e estúdio da Doug Filmes, uma das maiores potências...

Famosos

Com exclusividade recebemos uma parte da lista de famosos que confirmaram presença na festa de lançamento do programa “To Talk com Alan Lucci”, que...

Famosos

Uma nova era começa para o Funk Futebol Clube com a nomeação da renomada jornalista Ana Paula Alves como sua embaixadora. O anúncio foi...